quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Incrivelmente eu ando sobrevivendo. Entretanto, quando o coração dói, tendemos a enxergar apenas o nosso próprio sofrimento, como se dentro de nós partissem gritos de desespero, ficamos surdos aos apelos dos outros. Quase cinco meses sentindo o peso da ausência daquele que partiu de mim. No entanto, como num princípio evolutivo, ei-me aqui, mesmo que com ombros e costas desgastados.

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